Particularidades do 'Eu'

A minha foto
Porto, Portugal
Sou um 'Terráqueo' igual aos demais. Gosto de aproveitar os melhores momentos, os outros desejo sejam curtos, ultrapassáveis e ténues. A Fotografia funciona como uma espécie afrodisíaca que me obriga a 'congelar' tudo que me chama á atenção. Sou Tripeiro, com um prazer imenso, valorizo a Amizade, o Respeito, a Solidariedade e, obviamente, o Amor. Bem-vindos a um dos meus Mundos

Os meus videos no YouTube ...

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Eu ...





Autor e coleccionador de Fotogramas da 'Existência'


Pretendendo testemunhar a 'Passagem' através da visão e a expressão do Outro [eu]


Considero a Fotografia uma Arte sem Presente


O Passado e o Futuro revêem-se nas cenas do Hoje




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... os meus Videos





Para iniciar esta viagem comecem por clicar em cima do aquário, os meus Amiguinhos vão manisfertar-se de contentes !


Mas não os habituem mal, tenham contenção na distribuição da comida [!] .


De seguida, vejam os meus trabalhos, através dos meus videos, e parte do meu portefólio.


Se a vossa paciência continuar a falar mais alto, passem uma vista de olhos nos textos.


Boa Viagem !



NOTA
para relaxares, durante esta 'incursão', clica nas faixas cujo conteúdo é apenas musica, ou seja, são aquelas que não referem a sigla EduardoNunes [Photo], essas são as minhas compilações. Uma espécie de rádio local !




segunda-feira, 27 de março de 2017

ComBrilhoNosOlhos [EduardoNunes©Photo] 2 30

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Mário Bettencourt Resendes [2010-1952] ...

antigo diretor do "Diário de Notícias", morreu ontem, aos 58 anos, na sequência de cancro, disse à Lusa fonte próxima da família.

O jornalista faleceu no Hospital Cuf Descobertas, pelas 2h15, e o corpo vai estar em câmara ardente na Igreja de S. João de Deus, em Lisboa, a partir das 17h30. O funeral realiza-se amanhã, depois de uma missa de corpo presente, às 15h, saindo para o crematório do cemitério dos Olivais em Lisboa.
Atualmente, Mário Resendes desempenhava a função de provedor do leitor do "Diário de Notícias".
Apesar de ter sido, nos últimos anos, um dos comentadores políticos mais presentes na televisão e na rádio, Mário Bettencourt Resendes tornou-se conhecido por ser diretor do "Diário de Notícias", cargo que ocupou no início da década de 90 e de onde saiu em 2003.
Economia ficou para trás
Nasceu em 1952 em Ponta Delgada e começou a sua carreira no jornalismo em 1975, depois de ter sido "apanhado" pelo 25 de abril quando estava no 5.º ano do curso de Gestão de Empresas e Economia.
Com as aulas paradas e a sociedade em convulsão, Mário Bettencourt Resendes resolveu ir tirar um curso de jornalismo a Paris. Nunca mais voltou à economia.
Em 1975 foi estagiar como jornalista no "Diário de Notícias" e, no final do estágio, entrou para a equipa fundadora do "Jornal Novo", um jornal pós-revolução politicamente ativo. Ainda passou por uma revista semanal chamada "Opção", mas pouco mais de um ano depois, em novembro de 1976, voltou ao "Diário de Notícias", onde ingressou nos quadros.
No "Diário de Notícias" foi, sucessivamente, redator de Política Nacional, editor do suplemento "Análise DN", coordenador das secções de Política Nacional, Economia e Trabalho, e diretor adjunto.
Provedor dos leitores do "Diário de Notícias"
Quando o título foi privatizado, em 1991, já era diretor, tendo passado a integrar o grupo Lusomundo. Alguns anos depois, quando o jornal passou para as mãos do grupo Controlinveste, mantinha-se no cargo e afirmou sempre ter uma relação excelente com o empresário Joaquim Oliveira.
Depois de sair da direção do "Diário de Notícias", tornou-se, em 2007, provedor dos leitores daquele título, cargo cuja criação aconteceu por sua iniciativa.
Apesar do interesse no jornalismo ter perdurado mesmo depois de sair da direção do "Diário de Notícias", deixou para trás um sonho que considerou inconcretizável: ser governador de Macau. "Tenho um grande fascínio pelo oriente e deve ter sido extremamente interessante o exercício daquelas funções e a relação com a República Popular da China", disse numa entrevista.
Além de jornalista, Mário Bettencourt Resendes foi professor de Comunicação Social no Instituto Superior de Comunicação Social, moderador de mesas-redondas, analista político e responsável por programas na RTP e na Rádio Comercial e comentador político na TSF.
Premiado pela Associação de Jornalistas Europeus
Assumiu ainda a vice-presidência da comissão diretiva europeia da Associação de Jornalistas Europeus, a presidência da assembleia geral da secção portuguesa e em 1994 foi nomeado, pela Comissão Europeia, para fazer parte do Conselho Consultivo dos Utilizadores (Bruxelas).
Membro do conselho diretor do Centro Europeu de Jornalismo, foi galardoado com o Prémio Europeu de Jornalismo, atribuído pela Associação de Jornalistas Europeus, em 1993.
Foi ainda porta-voz do Movimento Informação e Liberdade, criado em 2008, com o objetivo de ser interlocutor em todos os processos de discussão de matérias de interesse para a classe dos jornalistas como a auto regulação e o acesso à profissão.
Aqui fica a musica preferida do Mário, a qual também partilho há muito.
Até sempre.

[in Expresso]

António Feio [2010-1954] ...

António Feio nasceu em Lourenço Marques a 6 de Dezembro de 1954. Aos sete anos vem viver para Lisboa e a família instala-se em Carcavelos. Passa pela Escola da Câmara de Carcavelos, Liceu de Nova Oeiras, Liceu de Oeiras e inaugura o Liceu de S. João.
Ainda quando estava no Liceu de Nova Oeiras, a mãe, Ester, começa a ensaiar uma peça (A Casa de Bernarda de Alba, de Garcia Lorca) no Teatro Experimental de Cascais. Vai muitas vezes com a mãe assistir aos ensaios e surge o Convite de Carlos Avilez para fazer a peça O MAR de Miguel Torga, peça que estreia a 6 Maio de 1966.
A partir daí começa a trabalhar na televisão, faz um folhetim chamado GENTE NOVA, uma espécie de novela da altura, variadíssimas peças de teatro na televisão, folhetins na rádio, publicidade e filmes.
Em 1969, regressa a Lourenço Marques. Continua os estudos, no Liceu Salazar, e faz uma digressão por Moçambique com a companhia Laura Alves, com a peça COMPRADOR DE HORAS. Durante alguns anos colabora com alguns grupos de teatro locais. Começa a trabalhar como desenhador num atelier de arquitectura. Do antigo 7º ano, ficam-lhe duas cadeiras por fazer: Matemática e Física.
Em 1974, faz a digressão do Teatro Experimental de Cascais por Moçambique e regressa com a companhia a Lisboa.
Casa com Lurdes Feio (jornalista) de quem tem duas filhas: Barbara e Catarina.
Mantêm-se no Teatro Experimental de Cascais durante alguns anos e sai para formar com Fernando Gomes o Teatro Aquarius. A experiência não corre bem e vai para a Cooperativa de Comediantes Rafael de Oliveira. Segue-se o Teatro Popular-Companhia Nacional I, no Teatro S. Luiz, O Teatro Adoque, o Teatro ABC, a Casa da Comédia, o Centro de Arte Moderna, o Teatro Aberto, o Teatro Variedades, o Teatro Nacional D. Maria II e muitos outros grupos e projectos pontuais.
Faz muita televisão, algum cinema, traduções e muitas dobragens.
Começa a encenar e o primeiro espectáculo é PEQUENO REBANHO NÃO DESESPERES, na Casa da Comédia. Segue-se VINCENT, numa galeria de arte nas Amoreiras e O VERDADEIRO OESTE, em Benfica. Faz, como actor, INOX-TAKE 5, com José Pedro Gomes e é o início de um trabalho em conjunto e de uma 'dupla' que dura até aos dias de hoje.
Vive, durante 18 anos, com Claudia Cadima de quem tem dois filhos: Sara e Filipe.
Começa a dar aulas no Centro Cultural de Benfica e forma com vários alunos alguns grupos: O Esquerda Baixa e o Pano de Ferro, e com eles faz alguns espectáculos.
Seguem-se muitas outras encenações sendo as mais importantes: A PARTILHA, O QUE DIZ MOLERO, PERDIDOS EM YONKERS, DUAS SEMANAS COM O PRESIDENTE, CONVERSA DA TRETA, O ALEIJADINHO DO CORVO, ARTE e BOM DIA, BENJAMIM, POPCORN, DEIXA-ME RIR, PORTUGAL UMA COMÉDIA MUSICAL, JANTAR DE IDIOTAS, O CHATO, SEXTA-
-FEIRA 13, 2 AMORES E ANNA E HANNA.
António Feio estava a caminho de completar 56 anos.

Até sempre.


[in António Feio.com]

EduardoNunes [Photo]_António Feio [2010-1954] ... até sempre

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Richard Avedon ...

Filho do fotógrafo russo Jacob Israel Avedon, estudou filosofia na universidade de Columbia, em Nova Iorque, e tornou-se em 1941 Co-editor da revista The Magpie. Cumpriu o serviço militar entre 1942 e 44, após o que, foi estudar com Alexey Brodovitch no laboratório de design da New School for Social Research, em Nova Iorque. Em 1945 tornou-se fotógrafo da Harper's Bazaar, e até ao fim da década fotografou também para a Theatre Arts e para a revista Vogue. Em 1957 trabalhou na fotografia e foi consultor visual do filme 'Funny Face' de Stanley Donen, nomeado para 4 Oscar’s da Academia de Hollwood, e com Audrey Hepburn e Fred Astaire nos principais. Esta colaboração não foi casual, pois o filme é baseado na carreira de Avedon e a personagem de Fred Astaire e inspirada directamente no fotógrafo nova-iorquino. Apesar de já merecer um filme, a sua carreira não se encontrava nem a metade, e assim, após ser reconhecido pela Popular Photography em 1958 como um dos 10 melhores fotógrafos do mundo, Richard Avedon publicou a meias com o famoso escritor Truman Capote o livro 'Observations', e mais tarde 'Nothing Personal', com texto de James Baldwin. O seu trabalho esteve exposto no instituto Smithsonian em Washington no ínicio da década de 1960, e após fotografar o movimento sulista dos direitos civis em 1963, tornou-se fotógrafo da revista Vogue, à qual se manteve fiel durante mais 34 anos. Depois de fotografar o movimento anti-guerra na América do final dos anos ’60, Avedon regressa às exposições quase uma década depois, desta feita no Minneapolis Institute of Arts, no estado do Minnesota, e 4 anos depois, em 1974 organiza no Museum Of Modern Art (MoMA) em Nova Iorque uma exposião com fotos do seu pai, intitulada naturalmente, 'Jacob Israel Avedon'. Durante a década de 1970, fotográfa no Vietnam, e após regressar é alvo de mais uma série de exposições e de convites para ilustrar livros com as suas imagens, bem como duas publicações nos Estados Unidos com retrospectives do seu trabalho. Em 1982 passa a fazer parte da 'Hall of Fame' do Art Director's Club em Nova Iorque, e em 1985 publica mais um livro, desta feita intitulado 'In The American West'. Ainda no mesmo ano, começa a trabalhar em colaboração com a revista francesa Egoïst, e recebe uma série de prémios por realizar um anúncio para televisão, entre eles o prémio de excelência atribuido pela empresa do inventor do rolo fléxivel e responsável pela massificação da fotografia, a Eastman Kodak. Em 1989 recebeu um Certificado de Reconhecimento atrbuido pela Universidade de Harvard, e durante a decada de ’90, continuou a trabalhar, e a expor em diversos sítios recebendo inúmeros prémios de carreira e de mérito. Em ’93 publicou uma autobiografia, e no ano seguinte o livro 'Evidence', vencedor do prémio de melhor livro de fotografia do ano, atribuído pela Biblioteque Nationale. Neste mesmo ano, recebe também um Doutoramento Honorário da Parsons School of Design em Nova Iorque. No final da década publica o livro 'Avedon: The Sixties', que conta com os melhores retratos feitos na década de ’60, uma verdadeira viagem visual ao interior de quase todas as personagens que marcaram aquela que culturalmente, foi um das décadas mais ricas do século.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Sebastião [Ribeiro] Salgado ...

nasceu em Aimorés, 8 de fevereiro de 1944, Minas Gerais. Fotógrafo brasileiro reconhecido mundialmente por seu estilo único de fotografar. É um dos mais respeitados fotojornalistas da atualidade. Nomeado representante especial do UNICEF em 3 de abril de 2001, dedicou-se a fazer crônicas sobre a vida das pessoas excluídas, trabalho que resultou na publicação de dez livros e realização de várias exposições, tendo recebido vários prêmios e homenagens na Europa e no continente americano. 'Espero que a pessoa que entre nas minhas exposições não seja a mesma ao sair' diz Sebastião Salgado. 'Acredito que uma pessoa comum pode ajudar muito, não apenas doando bens materiais, mas participando, sendo parte das trocas de ideias, estando realmente preocupada sobre o que está acontecendo no mundo'. Formado em economia pela Universidade de São Paulo, trabalhou na Organização Internacional do Café em 1973, e trocou a economia pela fotografia após viajar para a África levando emprestada a câmera fotográfica de sua mulher, Lélia Wanick Salgado. Seu primeiro livro, Outras Américas, sobre os pobres na América Latina, foi publicado em 1986. Na sequencia, publicou Sahel: O Homem em Pânico (também publicado em 1986), resultado de uma longa colaboração de quinze meses com a ONG Médicos sem Fronteiras cobrindo a seca no Norte da África. Entre 1986 e 1992, ele concentrou-se na documentação do trabalho manual em todo o mundo, publicada e exibida sob o nome Trabalhadores Rurais, um feito monumental que confirmou sua reputação como fotodocumentarista de primeira linha. De 1993 a 1999, ele voltou sua atenção para o fenômeno global de desalojamento em massa de pessoas, que resultou em Êxodos e Retratos de Crianças do Êxodo, publicados em 2000 e aclamados internacionalmente. Sebastião Salgado foi internacionalmente reconhecido e recebeu praticamente todos os principais prêmios de fotografia do mundo como reconhecimento por seu trabalho. Fundou em 1994 a sua própria agência de notícias, 'As Imagens da Amazônia' , que representa o fotógrafo e seu trabalho. Salgado e sua esposa Lélia Wanick Salgado vivem atualmente em Paris, autora do projeto gráfico da maioria de seus livros. O casal tem dois filhos.

Sebastião Salgado

Ansel Adams [1902_1984] ...

foi um fotógrafo dos Estados Unidos da América. Nasceu em São Francisco, 20 de Fevereiro de 1902, morreu em Carmel-by-the-Sea a 22 de Abril de 1984. Filho de Charles Hitchcook Adams, um homem de negócios e Olive Bray. Aos doze anos mostra um grande talento musical, aprendendo sozinho a tocar piano. Em 1916 realiza fotografias no Parque Nacional de Yosemite, numa viagem com a família, usando uma Kodak Nº 1 Box Brownie que ganhou de presente dos pais. Adams voltaria todo ano para lá até o final de sua vida, suas fotografias mais conhecidas são as desse parque, principalmente as do grande monólito. No ano de 1919 entra para o Sierra Club, o que foi essencial para o seu sucesso enquanto fotógrafo. As suas primeiras fotografias foram publicadas no ano de 1922, no boletim do clube, e teve sua primeira exposição individual na sede do Sierra Club no ano de 1928, em São Francisco. A cada verão o Sierra Club promovia viagens, geralmente para Sierra Nevada, que atraíam mais de duas centenas de membros. As fotografias dessas viagens, na década de 1920 permitiram que Adams ganhasse o bastante para sobreviver. Em 1934 Adams foi eleito para a diretoria do clube e foi reconhecido como o artista de Sierra Nevada e defensor do Yosemite. Obteve muito mais reconhecimento como fotógrafo do que como pianista. Ansel Adams foi um fotógrafo eminentemente técnico. Suas fotografias são todas produzidas com esmero, dotado de um cuidado extremo com os detalhes mais ínfimos, nenhum elemento parece poder escapar do controle. Esse controle começa no conhecimento detalhado das possibilidades de uso da câmera, e quanto menos automática ela for, quanto mais controles manuais ela possuir melhor para o fotógrafo, pois assim será capaz de realizar o controle criativo imagem. Adams possuiu um olhar duro, ríspido, uma sensibilidade deturpada pela ânsia da perfeição. Mas isso não tira o seu mérito enquanto grande fotógrafo do século XX, ele conseguiu definir para si um estilo muito claro e se preocupou em ensinar boa parte dos procedimentos que aprendeu ou descobriu. Adams deve ser considerado um exemplo de dedicação

Ansel Adams: Landscape Photography at its Finest

sexta-feira, 7 de maio de 2010

 [a história da] Invicta, Cidade do Porto ...

Teve origem num povoado pré-romano. Na época romana designava-se Cale ou Portus Cale, sendo a origem do nome de Portugal. No ano de 868, Vímara Peres, fundador da terra portugalense, teve uma importante contribuição na conquista do território aos Mouros, restaurando assim a cidade de Portucale.

Em 1111, D. Teresa, mãe do futuro primeiro rei de Portugal, concedeu ao bispo D. Hugo o couto do Porto. Das armas da cidade faz parte a imagem de Nossa Senhora. Daí o facto de o Porto ser também conhecido por "cidade da Virgem", epítetos a que se devem juntar os de "Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta", que lhe foram sendo atribuídos ao longo dos séculos e na sequência de feitos valorosos dos seus habitantes, e que foram ratificados por decreto de D. Maria II de Portugal.
Foi dentro dos seus muros que se efectuou o casamento do rei D. João I com a princesa inglesa D. Filipa de Lencastre. A cidade orgulha-se de ter sido o berço do infante D. Henrique, o navegador.
Devido aos sacrifícios que fizeram para apoiar a preparação da armada que partiu, em 1415, para a conquista de Ceuta, tendo a população do Porto oferecido aos expedicionários toda a carne disponível, ficando apenas com as tripas para a alimentação, tendo com elas confeccionado um prato saboroso que hoje é menu obrigatório em qualquer restaurante. Os naturais do Porto ganharam a alcunha de "tripeiros", uma expressão mais carinhosa que pejorativa. É também esta a razão pela qual o prato tradicional da cidade ainda é, hoje em dia, as "Tripas à moda do Porto". Existe uma confraria especialmente dedicada a este prato típico .
Desempenhou um papel fundamental na defesa dos ideais do liberalismo nas batalhas do século XIX. Aliás, a coragem com que suportou o cerco das tropas miguelistas durante a guerra civil de 1832-34 e os feitos valerosos cometidos pelos seus habitantes — o famoso Cerco do Porto — valeram-lhe mesmo a atribuição, pela rainha D. Maria II, do título — único entre as demais cidades de Portugal — de Invicta Cidade do Porto (ainda hoje presente no listel das suas armas), donde o epíteto com que é frequentemente mencionada por antonomásia - a «Invicta»). Alberga numa das suas muitas igrejas - a da Lapa - o coração de D. Pedro IV de Portugal, que o ofereceu à população da cidade em homenagem ao contributo dado pelos seus habitantes à causa liberal

quinta-feira, 29 de abril de 2010

A história da Fotografia.
O Ontem e o Hoje ...

A palavra Fotografia vem do grego φως [fós] (luz), e γραφις [grafis] (estilo, pincel) ou γραφη [grafê], e significa 'desenhar com luz'.



Por definição, Fotografia é, essencialmente, a técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa, fixando esta em uma superfície sensível.
A primeira Fotografia reconhecida remonta ao ano de 1826 e é atribuída ao francês Joseph Nicéphore Niépce. Contudo, a invenção da Fotografia não é obra de um só autor, mas um processo de acúmulo de avanços por parte de muitas pessoas, trabalhando juntas ou em paralelo ao longo de muitos anos. Se por um lado os princípios fundamentais da Fotografia se estabeleceram há décadas e, desde a introdução do filme fotográfico colorido, quase não sofreram mudanças, por outro, os avanços tecnológicos têm sistematicamente possibilitado melhorias na qualidade das imagens produzidas, agilização das etapas do processo de produção e a redução de custos, popularizando o uso da Fotografia.
Actualmente, a introdução da tecnologia digital tem modificado drasticamente os paradigmas que norteiam o mundo da Fotografia.
Os equipamentos, ao mesmo tempo que são oferecidos a preços cada vez menores, disponibilizam ao usuário médio recursos cada vez mais sofisticados, assim como maior qualidade de imagem e facilidade de uso.
A simplificação dos processos de captação, armazenagem, impressão e reprodução de imagens proporcionados intrinsecamente pelo ambiente digital, aliada à facilidade de integração com os recursos da informática, como organização em álbuns, incorporação de imagens em documentos e distribuição via Internet, têm ampliado e democratizado o uso da imagem fotográfica nas mais diversas aplicações.
A incorporação da câmera fotográfica nos telefones móveis têm definitivamente levado a Fotografia ao quotidiano particular do indivíduo.
Dessa forma, a Fotografia, à medida que se torna uma experiência cada vez mais pessoal, deverá ampliar, através dos diversos perfis de fotógrafos amadores ou profissionais, o já amplo espectro de significado da experiência de se conservar um momento em uma imagem.


emeteesse@gmail.com
O meu Portefólio ...


Apresento-vos um conjunto de 'Momentos' congelados nas minhas deambulações por aí.
Digam de vossa justiça, mas sejam rigorosos na crítica.
Agradeço

emeteesse@gmail.com



Pequena N O T A ...

Todas as fotografias presentes nesta galeria são de minha autoria e estão protegidas por lei.
Quem, sem minha autorização expressa, usurpar, publicar, contrafizer, violando os Direitos de Autor e Morais, será sujeito a queixa-crime nos termos do Código dos Direitos de Autor e Direitos Conexos perante a legislação em vigor nos respectivos países da infracção.

Amén !

emeteesse@gmail.com